Homenagem: Seu Candinho

Olhar para o céu

Marilurdes Campezi (*)

BIOGRAFIA

“Seu Candinho”, Cândido Freitas Santos nasceu em Cravinhos, SP em 1908 e faleceu em Araçatuba, SP em 1987. Trabalhou em atividades rurais, mas foi na mecânica que realizou seus maiores sonhos: manutenção de maquinário a vapor; consertos de variados tipos de máquinas e objetos com outros mecanismos; invenções à frente de seu tempo, que culminaram com um grande telescópio. Montou a primeira oficina mecanográfica de Araçatuba, a primeira auto-escola; fabricou placas e outros produtos esmaltados. Inventou e patenteou vários equipamentos. Eram invenções à frente de seu tempo, que culminaram com um grande telescópio utilizado por grande número de pessoas curiosas e alunos das escolas araçatubenses. Era filiado ao PCB e participante de atividades socialistas.

Nunca pensei em “seu” Candinho como Cândido de Freitas Santos porque Candinho era mais chegado, mais próximo do meu mundo infantil.

A Rua Aquidabam é carregada de memórias da nossa cidade, e uma delas é a casa do “seu” Candinho, paraíso para a meninada, território repleto de coisas para se mexer e despertar a curiosidade.

Aquele “professor Pardal” não era assim tão alto, e falava apressadamente como se precisasse colocar para fora mais palavras do que podia. Sua cabeça andava sempre a mil por hora e suas aptidões iam desde plantador de café à mecânica geral que não lhe rendeu dinheiro, mas muita realização em sua vida. Hoje sei que suas invenções estavam sempre à frente de seu tempo: o velho vapor que movimentava a máquina de arroz, o moinho de fubá, o engenho de cana para produzir o açúcar, nada era segredo para o Candinho, desde os anos de mil novecentos e vinte.

Nos anos 30, casou-se e em 1942 veio para Major Prado, distrito de Araçatuba, onde, como mecânico geral, consertava máquina de costura, armas e outros artefatos.

Durante a segunda guerra mundial, com o racionamento dos combustíveis, “seu” Candinho chegou a projetar e adaptar motor de caminhão para ser movido a gasogênio. Produzia também lubrificantes para máquinas de beneficiar arroz e milho; a matéria prima eram mamona e pinhão bravo.

Enfim, inventou e patenteou vários objetos nos setores da mecânica, porém não conseguiu produzi-los por falta de recursos financeiros. Mesmo assim, construiu seu maior sonho: um telescópio e um laboratório de astronomia.

Nem é preciso dizer como “seu” Candinho era endeusado pela criançada da Rua Aquidabam. Já imaginaram o que é ter um poderoso telescópio como seu vizinho? Meus olhos de criança assim como de muitos outros nunca mais se esqueceram do que aquele homem sonhador nos ofereceu: poder ver o mundo fora da Terra.

Esteja onde estiver, por todos os seus sonhos, e porque todo gênio tem um pouco de loucura, desejo que “seu” Candinho esteja nos espiando através de seu telescópio lá nas alturas e possa sorrir por ter sido lembrado no centenário de Araçatuba, como alguém que nunca abandonou um sonho no meio do caminho.

(*) Marilurdes Martins Campezi é professora, escritora e membro da Academia Araçatubense de Letras.

Extraído do livro “Nos trilhos do Centenário – Passageiros de Araçatuba”

Coleção Explorando o Ensino – Mudanças Climáticas

A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC), a Agência Espacial Brasileira (AEB/MCT), por meio do Programa AEB Escola, o Fórum Brasileiro de Mudanças  Climáticas (FBMC) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apresentam aos professores dos ensinos Fundamental e Médio mais um volume da Coleção Explorando o Ensino.

Nosso objetivo é apoiar o trabalho do professor em sala de aula, oferecendo um rico material didático-pedagógico relacionado às diversas disciplinas da grade curricular.

O volume 13 traz ao professor uma ampla gama de conhecimentos científicos sobre o aquecimento global, as mudanças climáticas e suas repercussões nas esferas social, ambiental e econômica.
Por sua abordagem multidisciplinar, os textos que compõem este volume permitem explorar conceitos que envolvem várias ciências: a Química, a Geologia, a Biologia, a Geografia, a História, a Física, a Sociologia, a Paleontologia, a Meteorologia, dentre outras, perpassando ainda os campos do direito, da ética e da política externa.

A equipe do AEB Escola e todos aqueles que contribuíram para a consecução deste livro desejam a você, professor/a, e aos seus alunos, uma instigante caminhada por um dos temas mais debatidos internacionalmente nos últimos anos.


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Coleção Explorando o Ensino – Astronáutica

A Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação (MEC) e a Agência Espacial Brasileira (AEB/MCT), por meio do Programa AEB Escola, apresentam aos educadores dos  ensinos Fundamental e Médio mais um volume da Coleção Explorando o Ensino, iniciada com os volumes de matemática.

A presente obra Fronteira Espacial: volume 11 – Astronomia e volume 12 – Astronáutica tem o objetivo de apoiar o trabalho do educador em sala de aula, oferecendo um rico  material didáticopedagógico sobre estas ciências.
Por sua abrangência, a temática “A Fronteira Espacial” foi dividida em dois volumes: Astronomia (volume 11) e Astronáutica (volume 12). O volume 11 aborda a tentativa do ser humano em desvendar os mundos que o cerca, enquanto o volume 12 apresenta a fascinante viagem da nossa espécie a alguns desses mundos.

Tratam-se, portanto, de obras complementares.

O sonho de viajar ao espaço – e, portanto, a Astronáutica – nasceu com a nossa civilização, mas teve que aguardar séculos para se tornar realidade. Na falta da ciência e  tecnologia que pudessem nos auxiliar nessa empreitada, optamos, inicialmente, pelas viagens virtuais, possíveis graças à nossa fértil imaginação. Neste contexto, data do ano 165 uma das primeiras viagens à Lua,por meio do livro Histórias Verdadeiras.

A equipe do AEB Escola e todos aqueles que contribuíram para a consecução deste livro desejam a você e aos seus alunos uma boa viagem.

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Coleção Explorando o Ensino – Astronomia

A Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação (MEC) e a Agência Espacial Brasileira (AEB/MCT), por meio do Programa AEB Escola, apresentam aos educadores dos  ensinos Fundamental e Médio mais um volume da Coleção Explorando o Ensino, iniciada com os volumes de matemática.

A presente obra Fronteira Espacial: volume 11 – Astronomia e volume 12 – Astronáutica tem o objetivo de apoiar o trabalho do educador em sala de aula, oferecendo um rico  material didáticopedagógico sobre estas ciências.
Por sua abrangência, a temática “A Fronteira Espacial” foi dividida em dois volumes: Astronomia (volume 11) e Astronáutica (volume 12). O volume 11 aborda a tentativa do ser humano em desvendar os mundos que o cerca, enquanto o volume 12 apresenta a fascinante viagem da nossa espécie a alguns desses mundos.

Tratam-se, portanto, de obras complementares.

Os temas desses dois volumes são uma seqüência natural da evolução da ciência e da tecnologia, por isso fizemos questão de desenvolver ambos em conjunto. Pois, enquanto a  astronomia é considerada uma das mais antigas das ciências, a Astronáutica é justamente o oposto, ou seja, uma das mais jovens. Observe que enquanto as naves espaciais viajam com motores desligados elas estão submetidas somente às forças gravitacionais, as quais também regem os movimentos dos planetas. Por outro lado, a bordo das naves seguem  telescópios, câmeras e outros equipamentos que ajudam os astrônomos a conhecerem melhor o universo em que vivemos.
Ou seja, estas duas ciências estão evoluindo de “mãos dadas”.

A equipe do AEB Escola e todos aqueles que contribuíram para a consecução deste livro desejam a você e aos seus alunos uma boa viagem.

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Sombras na Lua e o eclipse da razão

Depois das enormes dificuldades que tiveram para colocar um total de doze seres humanos na superfície da Lua, em seis missões do Projeto Apollo, entre 1969 e 1972, é doloroso ver hoje tantas pessoas acreditando que nunca estivemos lá e que foi tudo uma grande fraude planejada pela NASA.

Compreender as viagens espaciais ou o que se deve esperar ver no ambiente lunar exige certa dose de conhecimentos científicos, mas o que temos são acusações infundadas partindo de pessoas que tentam empurrar, para cima dos outros, a culpa pela sua própria incapacidade de entender a Ciência.

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Fascínio do Universo

Neste livro você vai ler textos sobre pesquisas atuais em Astronomia, escritos por pesquisadores da área, refraseados em linguagem jornalística.
As informações são atualíssimas, mas a linguagem é compreensível por não iniciados.
A cobertura de temas não é e nem pode ser completa num pequeno livro, dado que a Astronomia é vastíssima. Ela representa a visão de alguns pesquisadores, formada a partir de seus postos, na fronteira da pesquisa. Ela mostra também como a área se estrutura no Brasil, em termos de empregos, formação de pessoal e atividade de divulgação.

A primeira edição é de 40 mil exemplares, distribuídos gratuitamente, principalmente para escolas públicas. A Astronomia brasileira tem uma história de sucesso nos últimos 40 anos, reconhecida internacionalmente.
Graças ao apoio das agências de fomento à pesquisa, federais e estaduais, ela continuará crescendo na próxima década. Temos pouco mais de duas centenas de cientistas na área e esse número precisa aumentar bastante para o Brasil fazer jus às suas aspirações de país desenvolvido.

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Editores: Augusto Damineli e João Steiner

Todos os direitos desta edição reservados à:
Augusto Damineli e João Steiner

Produção gráfica: Odysseus Editora
Revisão: Daniel Seraphim
Revisão final: Pedro Ulsen
Projeto gráfico, capa e diagramação: Vania Vieira

Odysseus Editora Ltda.
R. dos Macunis, 495 – CEP 05444-001 – Tel./fax: (11) 3816-0835
editora@odysseus.com.brwww.odysseus.com.br

ISBN: 9788578760151
Edição: 1
Ano: 2010

2001: Uma odisséia no espaço

O filme 2001: Uma odisséia no espaço é um filme de ficção científica lançado em 1968 por Arthur C. Clarke em parceria com o cienasta Stanley Kubrick.
Enquanto Kubrick trabalhava no roteiro do filme, Clarke escrevia o livro e ambos trocavam idéias e opiniões durante o trabalho.Posteriormente foi lançado o livro Mundos Perdidos de 2001 (The Lost Worlds of 2001), no qual Clarke conta a história do filme, a do livro e outras inéditas. O autor escreveu três outras obras baseadas no livro/roteiro original, como forma de sequência: 2010: Uma Odisséia no Espaço II, 2061: Uma Odisséia no Espaço III e 3001: A Odisséia Final.

Conheça o livro 2001: uma odisséia no espaço. Você pode ler a versão on-line (logo abaixo) ou fazer o download do arquivo, em formato PDF.

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Dicionário Astronômico

Atualizado em 22/06/2010

Você sabe quanto mede um ano luz? E o que seria uma Anã Branca?
Conheça o significado destes e de centenas de outros termos astronômicos com o nosso Dicionário Astronômico.

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O binóculo, esse desconhecido

O binóculo é um instrumento ótico de aproximação, o qual, por usar a visão dos dois olhos, proporciona a percepção de profundidade da cena, ou visão tridimensional (largura, altura e profundidade).

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Para saber mais sobre o binóculo, faça o download da apostila O binóculo, esse desconhecido: Um guia para comprar e usar um bom binóculo.

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Atlas Celeste INAPE

Da mesma forma que a orientação na Terra requer o uso de um mapa geográfico, para estudar o céu será necessário um Atlas Celeste de razoável precisão. Um Atlas é um instrumento indispensável para a exploração do céu, mesmo que, num primeiro momento, não seja utilizado qualquer instrumento ótico. Aqui estão mapeadas as estrelas de magnitude até 3.5, ou seja, as estrelas mais brilhantes, as quais servirão de referência para a localização de outros astros interessantes, entre esses, as nebulosas, os aglomerados abertos e globulares e os locais onde explodiram no passado, as estrelas novas e supernovas. Os limites da Via-Láctea estão assinalados em duas tonalidades que indicam as áreas mais (ou menos) ricas em estrelas. Apesar de relativamente pequeno, este Atlas conta com uma quantidade extremamente alta de informações apresentadas de forma simplificada.

Para viabilizar a distribuição deste Atlas, ele foi dividido em 15 pedaços que podem ser impressos individualmente em folhas do tamanho A4 e usados tanto como apostila, ou ser montado como mosaico, formando um belo pôster de aproximadamente 92cm x 80cm. Todas as partes estão compactadas em um único arquivo auto-extração que cabe até em um disquete. Basta executá-lo para extrair as imagens. Com uma impressora razoável é possível uma boa qualidade e legibilidade dos textos. Para montagem como pôster aconselha-se o uso de papel de gramatura maior (90g/m) e uso de cola tipo bastão para não enrugar o papel. No meu protótipo eu fixei a parte superior e inferior do mapa em dois cabos de vassouras, o que deu um bom suporte e mantém o atlas esticado, além de permitir que seja enrolado para transportar.

Eis o Atlas Celeste com as 15 divisões, cada uma corresponde a uma folha de papel:

Como se vê a parte equatorial da abóboda celeste foi projetada na grande faixa central do mapa e cada pólo em um dos mapas circulares. Além disso, várias figuras ilustram alguns aspectos importantes, como a localização do pólo Sul Celeste e a mudança das estações no decorrer do ano. Os blocos de textos complementam ressaltando os principais astros de cada parte do mapa e mais uma tabela com informações das principais estrelas, sem esquecer-se dos índices dos símbolos utilizados e do alfabeto grego, muito utilizado para listar as estrelas de uma constelação.

Importante notar que as indicações das horas no mapa e nos textos são referentes à posição no sistema de coordenadas equatoriais e não significam o horário terrestre. Para maiores detalhes, consulte Sistemas de Coordenadas.

Clique aqui para fazer o download do Atlas Celeste.

Corrigindo erros

O material abaixo foi gentilmente cedido pelo colega Roberto Ferreira Silvestre do Observatório Astronômico de Uberlândia e foi fruto da experiência adquirida em aulas e palestras, onde percebeu várias distorcões e imprecisões, até mesmo em livros educativos, do conhecimento sobre a astronomia.

Seguindo a tendência atual de vários grupos de astronomia que depararam com problemas semelhantes o INAPE também está direcionando os temas das palestras para ajudar a sanar estes equívocos. Apesar da disposição, do idealismo e da dedicação dos educadores, que não são os culpados pela situação. Os alunos gastam anos com a memorização de coisas desinteressantes que nem corretas estão. Fenômenos que poderiam ser verificados na prática, fora da sala de aula, são geralmente “aprendidos” nos quadros e em livros escritos por quem dá a impressão de nunca tê-los observado. O resultado disso é que saímos das escolas com uma idéia distorcida da realidade, a ser corrigida em cursos posteriores, com dificuldade, quando são feitos e se forem de boa qualidade.
Os educadores que continuam seus estudos além do mínimo necessário para dar aulas nas nossas escolas às vezes conseguem quebrar o ciclo vicioso. Mas o que dizer daqueles que para exercerem sua nobre profissão utilizam apenas os conhecimentos adquiridos nas aulas que assistiram nos primeiros anos de suas vidas? Teremos aí a retroalimentação necessária e suficiente para que pouca coisa funcione, porque quem aprendeu errado vai ensinar errado, mesmo se usar todas as maravilhosas e eficientes técnicas pedagógicas do mundo.

A crítica pode parecer dura, mas não é minha. Foram os próprios educadores que perceberam o problema da falta de informações científicas atualizadas, das lorotas de alguns livros, da impossibilidade de responderem certas perguntas difíceis dos alunos, da discordância entre dados obtidos de revistas populares de ciências, da insegurança para falar sobre Astronomia de um modo geral, da falta de praticidade, etc.

Eles me pediram ajuda. A proposta está aqui.

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Imprimam estas páginas, mostrem para alunos e outros professores, troquem idéias com eles e escrevam para mim. Usem a lista abaixo, preparem um teste para ser respondido com V ou F e apliquem-no na escola. Lembrem-se de que os assuntos tratados adiante constituem uma pequena parte do volume de conhecimentos básicos necessários ao ensino de ciências. Alguns foram incluídos porque são úteis como cultura geral.

Veja depois o gabarito com as explicações. Ele certamente vai surpreender muita gente, mostrando uma realidade que não pode mais ficar oculta.

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