Projeto Troccinox em Araçatuba

O projeto Troccinox/Troccibras, realizado em fevereiro de 2005 em Araçatuba contou com mais de uma centena de cientistas de várias instituições internacionais em parceria com outras brasileiras como o INPE e o IPMET da UNESP, além de uma extensa equipe de logística da qual o INAPE participou na área de rede de computadores, telecomunicação, tanto diretamente no projeto, como também no sistema de controle de tráfego aéreo realizado pela aeronáutica no aeroporto local.

O objetivo do Troccinox 2 foi o estudo físico-químico da atmosfera com foco na produção do óxido de nitrogênio e sua possível correlação com as tempestades tropicais e a destruição da camada de ozônio. A grande quantidade de dados coletados nessa pesquisa ficará à disposição dos institutos e cientistas brasileiros para futuros estudos.

Participaram do projeto três aeronaves especialmente adaptadas e carregadas de intrumentos científicos, O M55 GEOPHYSICA, aeronave russa capaz de voar até uma altitude de 21.000 metros, o Falcon que pode voar até 12.000 metros e um Bandeirante do INPE que vai até 4.000 metros. As três aeronaves voavam simultaneamente cada uma cobrindo uma faixa de altitude diferente, o que contribuiu para ampliar o alcance das medições para uma extensa faixa da atmosfera.

Clique aqui para visitar o site oficial do projeto (em inglês)

About the author: Leocádio Benez Neto

Tecnólogo em Processamento de Dados, Especialista em Redes de Computadores, Técnico Pericial e Auditor de Informática. Atua como astrônomo amador, fotógrafo, é especialista em equipamentos ópticos e um dos diretores do INAPE. Presta serviços à comunidade realizando demonstrações com telescópio à população e nas escolas.

3 comments to “Projeto Troccinox em Araçatuba”

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  1. ana maria rossi - 7 de dezembro de 2011 at 16:19

    Por gentileza: essa matéria me interessou. Gostaria de saber se esse projeto Troccinox comprovou se o óxido de nitrogênio afeta a saúde humana. Obrigada!

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  2. Magdiel Serugue - 5 de outubro de 2012 at 22:18

    Nossa esse projeto deve ter sido fantástico, pena que eu ainda era muito “pequeno de idade” para acompanha-lo.
    Eu sempre fui fanático por ciência e adoraria ter tido a chance de ter acompanhado esse projeto…

    [Responder]

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