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Planetas como a Terra podem ser comuns

Espaço — By on outubro 31, 2010 at 12:00

29/10/2010

Agência FAPESP – A busca por planetas parecidos com a Terra tem tudo para se mostrar altamente frutífera. Um novo estudo aponta que sistemas como o Solar são comuns e que quase um quarto de todas as estrelas como o Sol podem ter planetas de tamanho semelhante ao da Terra.

Andrew Howard, da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, e colegas observaram durante cinco anos 166 estrelas das classes G e K localizadas a até 80 anos-luz da Terra, com o telescópio Keck, no Havaí.

O Sol é a mais conhecida estrela do tipo G, que são amarelas. As estrelas do tipo K são um pouco menores e laranja ou vermelhas.

O estudo procurou determinar número, massa e distância orbital dos planetas dessas estrelas. O trabalho se baseou em observações e estimativas, uma vez que das estrelas analisadas apenas 22 têm planetas que já foram detectados.

A pesquisa, feita por um grupo de cientistas dos Estados Unidos, China e Japão, incluiu um grande número de pequenos planetas, até o menor tamanho detectável atualmente de corpos chamados de super-Terra, com cerca de três vezes a massa terrestre.

“De cada 100 estrelas parecidas com o Sol, uma ou duas têm planetas com massa semelhante à de Júpiter, seis parecidas com a de Netuno e 12 têm entre três e dez vezes a massa terrestre. Se extrapolarmos a relação para planetas do tamanho da Terra, podemos estimar que encontraremos cerca de 23 deles para cada 100 estrelas”, disse Howard.

“Essa é a primeira estimativa, baseada em medidas reais, da fração de estrelas que têm planetas do tamanho da Terra”, destacou Geoffrey Marcy, também de Berkeley e outro autor do estudo que foi publicado na edição desta sexta-feira (29/10) da revista Science.

“Isso significa que quando a Nasa [agência espacial norte-americana] desenvolver novas técnicas na próxima década para tentar encontrar planetas com tamanho realmente parecido com o da Terra não será preciso procurar muito”, disse Howard.

O artigo The Occurrence and Mass Distribution of Close-in Super-Earths, Neptunes, and Jupiters, de Andrew Howard e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.

Fonte Original: Agência Fapesp

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4 Comments

  1. mario pontes disse:

    Devemos nos concentrar e estudar mais a fundo os buracos negros, pois os mesmos poderão servir de tuneis do tempo, capazes de incurtar as viagens inter dimensionais do espaço, esta possibilidade é real, porem ainda longe da tecnologia terrestre.Através de pesquisa e observações poderemos estender no futuro que a melhor forma de conhecermos o espaço e realizarmos viagens interestrelares é pesquisando o buraco negro.Quem sabe um dia, descobrirmos vida inteligente em outros planos e outras dimenções do espaço(espaço paralelo) encurtando de forma inteligente a relação de espaço x tempox combustível em nossas viagens inter estrelares. Mário Pontes rj Brazil

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  2. mario pontes disse:

    Será que se for possível atravessarmos o buraco negro sem nehum dano a nave e aos tripulantes, dominarmos a tecnologia de viagens interdimensionais, conseguiremos desenvolver comunicação interdimensional com a terra???????Seria possível no futuro alcançar e dominar esta tecnologia???? Mário Pontes rj Brazil

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  3. mario pontes disse:

    comunicação inter dimencional já pensou nisso ou estaremos apenas acomodados em enviar ao espaço ondas de radio ao espaço em um único plano dimensional. Mário Pontes RJ Brazil

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  4. mario pontes disse:

    Senhores cientistas, estudantes e estudiosos no assunto, já pensaram nesta possibilidade. Precisamos pesquisar cada vez mais e avançarmos juntos na conquista do espaço estrelar. Deus é lindo…Um abraço carinhoso a todos. Mário Pontes RJ Brazil

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